Fala mala:.
Quarta-feira, Junho 21, 2006
bem ... estou um pouco fora do mundo virtual mas em breve voltarei a postar
bju s
POR Dead Night EM Quarta-feira, Junho 21, 2006
Fala mala:.
Sexta-feira, Janeiro 20, 2006
Cerberus - Boris Vallejo
Já fazia um bom tempo que nào postava nenhuma imagem, essa vale por todo tempo perdido.
Também lembra que devemos enfrentar nossos maiores medos.

POR Dead Night EM Sexta-feira, Janeiro 20, 2006
Fala mala:.
Quarta-feira, Dezembro 14, 2005
TE JULGO? NÃO... TE AMO
Se você fosse o único a me julgar ate te perdoaria,
Pelo amor que sinto por você e por outros também
Nenhum mal isso me faria
Mas você, logo você, que me amou como ninguém
A minha busca é diferente da sua
Meus instintos são diferentes dos seus, minha crença não é mais infantil, não tenho mais inocência nos assuntos da alma, mas mesmo assim com todos esses bloqueios sinto que amo a ti e a muitos que como você me julgam sem saber de minha história, sem saber se durmo a noite pensando em como vou fazer para pagar uma conta ou como vou fazer para sair com minha filha no final de semana. Você que como muitos outros deveria me dar amor, você que deveria saber mais do que eu, que o maior mandamento é o AMOR e isso implica em não maldizer, não julgar, simplesmente gostar pelo que somos, não pelo que fazemos ou deixamos de fazer, pelas pessoas que falo ou que deixo de falar, pelos lugares que freqüento ou que deixo de freqüentar. Às vezes penso que você e sua igreja só falam abobrinhas, e maculam o nome de meu Deus pelos atos de impiedade e pela hipocrisia de seus dogmas. Creio que o templo de Deus está em mim e não em edificações, a obra do altíssimo esta nos atos que praticamos no dia a dia, não apenas no estar em oração, estar em louvor, estar dizendo a todo o momento "Glorias a Deus, Aleluia", ou "só por Deus você terá a salvação", quem é para dar o juízo de minha alma? Sabes por onde ando? Sabes o que faço? Não ... e como infelizmente não sabe das faculdades que Ele nos dá, não imagina como Ele é bom, e não imagina o tamanho do teu potencial,não imagina o quanto pode enxergar, o quanto pode escutar e o quanto pode agir com as mãos e o pensamento, tudo isso dado por quem? O mesmo Deus, engraçado como são as coisas não, engraçado como algumas pessoas se esforçam não para tentarem serem Deus como alguns pensam, mas se esforçam para estarem próximo dele, seguindo seus atos, e principalmente crendo e praticando o AMOR.
POR Dead Night EM Quarta-feira, Dezembro 14, 2005
Fala mala:.
Quinta-feira, Dezembro 08, 2005
Arcana

POR Dead Night EM Quinta-feira, Dezembro 08, 2005
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Segunda-feira, Dezembro 05, 2005
Nada melhor que terminar o ano pedindo a proteçao da justa Maat.
Sou a lei da verdade
o caminho da integridade
a que preserva o código
e em meu coração mora a justiça
Eu peso todos os atos contra
a minha pena de verdade
peso todos os atos
e eles devem provar que são os mais
pesados
Entäo eu dou as lições
crio as oportunidades
abro os carninhos
graciosarnente ofereço
o que tern de ser aprendido
para corrigir todos os erros
POR Dead Night EM Segunda-feira, Dezembro 05, 2005
Fala mala:.
Sexta-feira, Dezembro 02, 2005
Criei um novo blog... aff mais um ...hehehe
verdade, estava precisando de um blog que enfocasse criticas, e aqui qualquer critica não seguiria o padrão estabelecido, assim criei o
DeadNight Críticas e Contos.
Para iniciar as atividades postei a escolha do template, gostaria que participasse.
POR Dead Night EM Sexta-feira, Dezembro 02, 2005
Fala mala:.
Sexta-feira, Novembro 18, 2005
RETORNANDO
Sei que ando meio distante do blog, mas passei um tempo meio difícil, amigos sabem bem o que quero dizer, agora retomando e espero que com a corda toda.
Li todos os comentários e fiquei feliz de saber que tive bastante visitas, tanto de amigos como de pessoas de fora, vi comentários de argentinos e bolivianos, tentarei responder a todos, mas lembro que meu espanhol esta um pouco arrastado, então peço a compreensão.
Inicio postanto uma imagem a pedidos...rsrs

POR Dead Night EM Sexta-feira, Novembro 18, 2005
Fala mala:.
Quinta-feira, Maio 05, 2005
POR Dead Night EM Quinta-feira, Maio 05, 2005
Fala mala:.
Segunda-feira, Janeiro 31, 2005
Um Dragão para Proteção
Nessa hora é o que eu preciso...
POR Dead Night EM Segunda-feira, Janeiro 31, 2005
Fala mala:.
Domingo, Dezembro 12, 2004
É faz tempo que não posto nada mesmo... atualizando!!!!
Os pássaros solitários
Do lado de um imenso muro de pedras voava um pássaro, como sempre
sozinho, pensando na sua eterna solidão.
Do outro lado do mesmo muro outro pássaro também voava e lamentava o
seu interminável isolamento.
Mas do alto de uma nuvem, bem acima de qualquer muro, dois anjos
observavam a cena.
Um dos anjos comentou:
· Veja que maravilha! Que sincronismo de vôo! Isto é o
verdadeiro amor.
O outro anjo questionou:
· Será que eles nunca se encontrarão?
O primeiro anjo respondeu:
· É claro que sim. Olhe, lá adiante, o fim do muro. Todo muro
tem um fim.
E completou:
· Mas se eles se arriscassem a voar mais alto, acima do muro,
poderiam se encontrar hoje mesmo.
Valmor Vieira
POR Dead Night EM Domingo, Dezembro 12, 2004
Fala mala:.
Sábado, Setembro 11, 2004
Como a Noite surgiu
Naquela época longínqua, a noite não existia sobre a Mãe Terra.
Escondida no
fundo do rio, dormia no reino de Satchamama a Grande Cobra, conhecida
também
no Amazonas como Anaconda. Só o xamã a tinha visto em sonhos, numa
noite em
que chamara as almas dos mortos. Ninguém sabia com o que ela se parecia
porque não pertencia ao mundo dos vivos.
Os animais também não existiam. Ainda não tinham sido criados, mas
todos os
objetos falavam como homens. Os brinquedos falavam às crianças e as
flechas
aos guerreiros.
Um dia a filha de Satchamama, o rei do grande rio escuro, abandonou o
seu
reino para vir viver na floresta. Tinha aceitado desposar Takuña, o
filho
mais velho do chefe da aldeia. Takuña tinha três fiéis criados que os
seguiam por toda parte. No dia do seu casamento pediu-lhes que o
deixassem
só com a mulher. Quando foram para a caça, Takuña chamou a esposa e
disse-lhe:
- Vem dormir perto de mim.
- É impossível, - respondeu ela - a noite ainda não chegou.
O jovem, estupefato com aquela resposta, exclamou:
- A noite? O que é? Isso não existe!
- Existe, - respondeu ela - o meu pai tem-na prisioneira no fundo do
grande
rio escuro onde tu me encontraste. Se quiseres, pede aos teus criados
que a
busquem, mas em nenhum caso devem saber o que transportam. Se
desobedecerem,
ficarão enfeitiçados para sempre.
O jovem chamou os criados e disse-lhes:
- Vão os três ao grande rio no reino de Satchamama. Digam-lhe que a
filha
reclama a noz grande de tucumã que ele guarda religiosamente desde o
princípio dos tempos.
Ouvindo o nome de Satchamama, os três criados puseram-se a tremer.
Nunca
alguém tinha ousado a ir ao fundo das águas escurar que atravessam o
inferno
verde. Aterrorizados puseram-se a caminho. Naquele dia, todos os
barulhos da
floresta lhes pareciam inquietantes. A umidade do ar colava-lhes os
cabelos.
Tinham a sensação de que lhes faltavam ar. De tempos em tempos, olhavam
na
direção do cimo das árvores mais altas para divisarem um pouco do céu.
A
claridade os tranquilizavam, no coração daquela floresta tão densa que
não
permitia que se afastassem uns dos outros para não se perderem. Quando
enfim
chegaram ao reino de Satchamama, este deu-lhes a grande noz de tucumã
com
infinitas precauções e, com sua voz áspera e inquietante, fazendo
assobiar
todas as letras disse-lhes:
- Aqui está, tomem-na! Mas cuidado não a abram no caminho, senão a
nossa
vida acabará nesse mesmo instante.
Os três criados partiram muito intrigados com a mensagem de Satchamama.
Que
haveria dentro daquela noz colada pela resina? Tinham medo que noz
albergasse um espírito, um daqueles que aparecem bruscamente numa curva
do
caminho para nos castigarem. A menos que se tratasse de um espírito
bom,
como aquele que vem em socorro dos doentes e daqueles que tem fome.
Como
sabê-lo? Era preciso abrir a noz, mas Satchamama tinha-os proibido.
Remavam sem uma palavra, intrigados com um barulho esquisito. Dentro da
noz,
qualquer coisa parecia cantar: "Tem-Tem-Tem-Tchi, Tem-Tem-Tem-Tchi,
Tem-Tem-Tem-Tchi..."
Já remavam havia muito tempo quando um dos criados disse para os outros
dois:
- Quero saber o que há dentro desta noz de tucumã. Vamos abri-la. Não
falaremos a ninguém Vou fazer um buraquinho muito pequeno na resina
aquecendo-a, enfiarei nele uma palha com que verei para o interior.
Satchamama e sua filha nunca saberão.
- Não! Não! - responderam em coro os outros dois criados de Tukuña. -
Satchamama proibiu-nos de o fazer. Disse mesmo que se o fizéssemos a
nossa
vida se acabaria nesse instante.
Tinham a impressão de ouvir a voz áspera e ameaçadora de Satchamama em
seus
ouvidos. Entre os troncos das árvores que bordavam a margem, milhares
de
olhos pareciam espreitá-los e seguia-os um estranho clarão até o fundo
do
rio escuro, desde que tinham deixado o reino de Satchamama.
Continuavam a remar sem uma palavra. "Tem-Tem-Tem-Tchi", dizia noz no
silêncio da canoa, "Tem-Tem-Tem-Tchi, Tem-Tem-Tem-Tchi..."
Mas o que haverá dentro desta noz? Aquele barulho estranho e lancinante
fascinava-os cada vez mais. A sua curiosidade tornara-se mais forte de
que
seu medo. Mesmo aqueles que tinham recusado abrir a noz já não eram tão
categóricos. No fundo, talvez fosse um tesouro que eles transportavam,
e
Satchamama tinha-lhes metido medo para não o roubarem. Ou então, um
espírito
benfazejo que fazia milagres, e graças ao qual se tornariam senhores da
aldeia; até mesmo o xamã teriam de lhes obedecer se a sua nova magia se
revelasse mais forte do que a dele! A tentação era grande e a
curiosidade
ainda mais forte.
Quando pararam para descansar um pouco e comer alguma coisa, acenderam
o
lume que levavam sempre com eles, na canoa, e começaram a grelhar os
peixes
que haviam pescado antes da partida. Não conseguiam desviar o olhar
daquela
noz que não cessava de lhes cantar: "Tem-Tem-Tem-Tchi,
Tem-Tem-Tem-Tchi,
Tem-Tem-Tem-Tchi..."
Subitamente, não podendo resistir mais tempo à tentação, um deles, o
mais
novo, pegou bruscamente na noz e aproximou-a do lume. Pouco a pouco, a
resina começou a derreter, soltando um cheiro insuportável. De repente,
foram salpicados por um jato de resina que lhes queimou os braços.
Depois,
num segundo tudo escureceu. As árvores que margeavam a estrada
desapareceram
como se uma imensa nuvem negra tivesse caído sobre a terra e as tivesse
engolido. Aquela nuvem tinha saído da noz.
Sobre as brasas ainda quentes, única luz daquele novo mundo das trevas,
a
noz de tucumã jazia, aberta e vazia.
Durante um longo momento, ficaram imóveis e mudos. Olhavam-se como para
provar a eles mesmos que ainda estavam vivos. Não ousavam mexer-se com
medo
de apagar aquele lume que pareceria mantê-los no mundo dos vivos. Ao
cabo de
um longo momento, o mais velho dos três ousou romper o silêncio e
disse:
- Estamos perdidos! A filha de Satchamama já deve saber que abrimos a
noz de
tucumã e que desobedecemos ao seu pai. Vai enfeitiçar-nos. A nossa vida
acaba de chegar ao fim. Voltemos à aldeia para pedir perdão.
Com efeito, na aldeia, a filha de Satchamama disse para o marido:
- Os teus criados abriram a noz mágica. Deixaram que a noite fugisse.
Vamos
dormir à espera da manhã.
E estendeu-se junto do marido.
Enquanto dormiam, todas as coisas da floresta se metamorfosearam: as
pedras
e os pedaços de madeira tornaram-se peixes e patos; o cesto que a jovem
mulher tinha feito na véspera transformou-se num jaguar; a canoa e o
pescador transformaram-se em patos. As pedras e os pedaços de madeira
que
não tinham sido metamorfoseados deixaram de falar e ficaram inanimados.
Os
índios não compreendiam. O seu mundo já não era mais o mesmo. A
floresta
estava agora cheia de barulhos estranhos que eles não conheciam.
Só a filha de Satchamama não estava inquieta: aquele mundo era a imagem
do
seu...Quando acordou disse ao marido, vendo brilhar a estrela da manhã:
- Olha para aquela maravilhosa cintilação na noite. Anuncia-nos que a
alvorada está para nascer. Vou separar o dia da noite.
Saiu da cabana para apanhar folhas, flores, sementes, cortiça das
árvores e
arbustos. Numa pequena talha pôs argila quase branca. De volta à
aldeia,
ajoelhou-se sobre uma esteira e instalou os seus potezinhos a sua
volta.
Pegou num almofariz e pôs-se a pisar tudo o que tinha apanhado na
floresta.
Depois fez misturas para obter diferentes azuis, verdes, mais claros ou
mais
escuros. O urucu deu-lhe um vermelho muito belo e o jenipapo um negro
profundo que lhe agradava muito. Estava bastante orgulhosa das suas
tonalidades. Então enrolou um fio à volta do dedo e disse-lhe:
- Tu será o cujubu, o pássaro que anuncia o dia e pintou-lhe a cabeça
de
branco com argila, e as penas de vermelho com a massa de urucu que
tinha
acabado de fazer. Depois deixou-o levantar vôo, dizendo-lhe:
- Vai, serás tu que cantarás todas as manhãs quando o dia nascer.
Depois, enrolou mais um fio à volta do seu dedo e disse:
- Tu serás o Iñambu, o pássaro que anuncia a noite.
Pegou um potezinho que continuava com cinzas. Tinha-as apanhado ao
atravessar a clareira que seu marido havia preparado para que pudessem
fazer
as plantações. Salpicou de cinzas o pássaro que acabava de criar e
deixou-o
levantar vôo, dizendo:
- Vai, és tu que cantarás todas as noites quando cair a noite.
E o pássaro levantou vôo, cantando uma melodia doce e triste. Depois,
olhou
para os seus potes de todas as cores e disse:
- Vou dançar e cantar todas estas cores da floresta. Vou criar todas as
espécies de pássaros, tão belos como as flores e os frutos.
Começou pela arara, e continuou com o tucano, manaquim entre outros até
ter
criado dezenas de pássaros.
Subitamente, a mata silenciou. Três homens chegavam a aldeia, com o
rosto
escondido entre as mãos. Eram os três criados de Takuña que voltavam
para
pedir perdão ao seu amo. Os pássaros tinham sentido que um drama se
preparava e calaram-se.
- Haveis desobedecido a Satchamama! - disse Takuña. Haveis aberto a noz
de
tucumã e libertado a noite que absorve todas as coisas. Fostes
irresponsáveis. A filha de Satchamama vai transforma-los em macacos e
sereis
condenados a saltar de tronco em tronco até o fim dos tempos.
Hoje ainda, as tribos da Amazônia reconhecem-nos pela risca amarela que
alguns macacos têm no ombro e que lembra a resina que salpicou os três
criados quando haviam aberto a noz de tucumã...
POR Dead Night EM Sábado, Setembro 11, 2004
Fala mala:.
Sexta-feira, Agosto 27, 2004
Tempestade
POR Dead Night EM Sexta-feira, Agosto 27, 2004
Fala mala:.
Senhora das Tempestades
Senhora das tempestades e dos mistérios originais
quando tu chegas a terra treme do lado esquerdo
trazes o terremoto a assombração as conjunções fatais
e as vozes negras da noite Senhora do meu espanto e do meu medo.
Senhora das marés vivas e das praias batidas pelo vento
há uma lua do avesso quando chegas
crepúsculos carregados de presságios e o lamento
dos que morrem nos naufrágios Senhora das vozes negras.
Senhora do vento norte com teu manto de sal e espuma
nasce uma estrela cadente de chegares
e há um poema escrito em páginas nenhuma
quando caminhas sobre as águas Senhora dos sete mares.
Conjugação de fogo e luz e no entanto eclipse
trazes a linha magnética da minha vida Senhora da minha morte
teu nome escreve-se na areia e é uma palavra que só Deus disse
quando tu chegas começa a música Senhora do vento norte.
Escreverei para ti o poema mais triste
Senhora dos cabelos de alga onde se escondem as divindades
quando me tocas há um país que não existe
e um anjo poisa-me nos ombros Senhora das Tempestades.
Senhora do sol do sul com que me cegas
a terra toda treme nos meus músculos
consonância dissonância Senhora das vozes negras
coroada de todos os crepúsculos.
Senhora da vida que passa e do sentido trágico
do rio das vogais Senhora da litúrgica
sibilação das consoantes com seu absurdo mágico
de que não fica senão a breve música.
Senhora do poema e da oculta fórmula da escrita
alquimia de sons Senhora do vento norte
que trazes a palavra nunca dita
Senhora da minha vida Senhora da minha morte.
Senhora dos pés de cabra e dos parágrafos proibidos
que te disfarças de metáfora e de soprar marítimo
Senhora que me dóis em todos os sentidos
como um ritmo só ritmo como um ritmo.
Batem as sílabas da noite na oclusão das coronárias
Senhora da circulação que mata e ressuscita
trazes o mar a chuva as procelárias
batem as sílabas da noite e és tu a voz que dita.
Batem os sons os signos os sinais
trazes a festa e a despedida Senhora dos instantes
fica o sentido trágico do rio das vogais
o mágico passar das consoantes.
Senhora nua deitada sobre o branco
com tua rosa dos ventos e teu cruzeiro do sul
nascem faunos com tridentes no teu flanco
Senhora de branco deitada no azul.
Senhora das águas transbordantes no cais de súbito vazio
Senhora dos navegantes com teu astrolábio e tua errância
teu rosto de sereia à proa de um navio
tudo em ti é partida tudo em ti é distância.
Senhora da hora solitária do entardecer
ninguém sabe se chegas como graça ou como estigma
onde tu moras começa o acontecer
tudo em ti é surpresa Senhora do grande enigma.
Tudo em ti é perder Senhora quantas vezes
Setembro te levou para as metrópoles excessivas
batem as sílabas do tempo no rolar dos meses
tudo em ti é retorno Senhora das marés vivas.
Senhora do vento com teu cavalo cor de acaso
tua ternura e teu chicote sobre a tristeza e a agonia
galopas no meu sangue com teu catéter chamado Pégaso
e vais de vaso em vaso Senhora da arritmia.
Tudo em ti é magia e tensão extrema
Senhora dos teoremas e dos relâmpagos marinhos
batem as sílabas da noite no coração do poema
Senhora das tempestades e dos líquidos caminhos.
Tudo em ti é milagre Senhora da energia
quando tu chegas a terra treme e dançam as divindades
batem as sílabas da noite e tudo é uma alquimia
ao som do nome que só Deus sabe Senhora das tempestades
Manuel Alegre
POR Dead Night EM Sexta-feira, Agosto 27, 2004
Fala mala:.
Quinta-feira, Agosto 26, 2004
Meu estado de espirito hj depois de fazer prova....
POR Dead Night EM Quinta-feira, Agosto 26, 2004
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Quarta-feira, Agosto 18, 2004
Mais um Xamã
POR Dead Night EM Quarta-feira, Agosto 18, 2004
Fala mala:.
Depois de muito tempo retorno ... novidades não muitas, tudo muito normal, montei um flog tambem
Mythos, espero que gostem.
POR Dead Night EM Quarta-feira, Agosto 18, 2004
Fala mala:.
Segunda-feira, Abril 12, 2004
POR Dead Night EM Segunda-feira, Abril 12, 2004
Fala mala:.
Quarta-feira, Abril 07, 2004
Héracles
Depois deste episódio, o herói preparou a sua vingança face a Augias. Desapossou o rei da Élide dos seus Estados e resistiu, vitoriosamente, até ao fim de uma luta sem piedade, na qual íficies encontrará a morte, causada pelos seus dois sobrinhos, os Molionidas, filhos de Posídon, que possuíam um único corpo dotado, entretanto, de duas cabeças e quatro pares de membros,
Entretanto, Héracies renovou, no Olimpo, os Jogos Olímpicos, criados por P&ps, cuidando dos mínimos detalhes e consagrou o recinto sagrado, o Altis.
Após mais esta vingança, desceu para a Messénia a fim de atacar Neleu, tomando a cidade de Hos e massacrando o rei, juntamente com dez dos seus onze filhos. Poupou, unicamente, o mais novo, Nestor, a quem confiou o reino.
Daqui passou para a Lacónía, onde restabeleceu Tíndaro no trono, afastado de Esparta pelo seu meio-irmão, Hipocoonte,
Casamento e marte de Méracies Héracies tinha prometido a Meleagro interessar-se por sua irmã, Dejanira. Assim, a fim de cumprir essa promessa, viajou para Cálidon e solicitou a mão da jovem a seu pai Eneu, rei dos Etólios. Acontece que, antes de Héracies, já se tinha apresentado um outro pretendente, o deus-rio Aqueloo. Mas o herói não sucumbiu. Provocou o seu rival para uma luta e venceu-o - Aqueloo metamorfoseou-se em touro e, segundo a lenda, um dos seus cornos, arrancado por Héracles, transformou-se no famoso corno da abundância - desposando, em seguida, Dejanira. Desta união nasceram cinco filhos. Mas, ínfeJízmente, o herói não consegue contrariar o seu destino e, assim, cometerá nova falta ao provocar, acidentalmente, a morte de um jovem rapaz, que servia à mesa do rei. Forçado a um novo exílio, Héracles abandonou o país, acompanhado de Dejanira e do seu filho mais novo, Hilo. Quando chegaram às margens do rio Eveno, o herói confiou Dejanira ao centauro, Nesso, o barqueíro, a fim de que ele a transportasse para a outra margem. Mas no meio do rio, Nesso tentou violentar a jovem e Héracies matou-o com uma flecha. Antes de morrer, Nesso sugeriu a Dejanira que recolhesse o seu sangue, atirmando que este lhe asseguraria a fidelidade de seu marido.
Entretanto, Dejanira e o seu filho instalam-se em Tráquis, na Tessália, enquanto Héracles parte para cumprira sua última vingança contra Eurito, que lhe linha recusado a mão de sua filha lole. O herói matou o rei assim como todos os seus filhos, apoderando-se de lole, que nunca tinha deixado de desejar. No regresso, fez uma paragem na Eubeia, a fim de dedicar um sacrifício a Zeus.
POR Dead Night EM Quarta-feira, Abril 07, 2004
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Sábado, Abril 03, 2004
POR Dead Night EM Sábado, Abril 03, 2004
Fala mala:.
Hécate
Mitologia Grega
Hecate é a deusa grega das encruzilhadas. Ela é descrita freqüentemente como tendo três cabeças; um de um cachorro, um de uma cobra e um de um cavalo. Ela normalmente é vista com dois cães de caça fantasma que dizem servi-la. Hecate é freqüentemente idealizada como a deusa de feitiçaria ou mal, mas ela fez alguns coisas muito boas pelo seu tempo. Uma tal ação foi quando ela salvou Persephone, (a filha de Demeter, a rainha do Submundo), do Submundo. É dito que Hecate assombra uma encruzilhada de tres caminhos, cada uma das cabeças dela enfrentando em uma certa direção. É dito que ela se aparece quando a lua de ébano brilha.
POR Dead Night EM Sábado, Abril 03, 2004
Fala mala:.
Sábado, Março 27, 2004
Gaia
POR Dead Night EM Sábado, Março 27, 2004
Fala mala:.
Segunda-feira, Março 22, 2004
Começando uma série sobre mitologia grega:
Gaia
mitologia Grega
Gaia, conhecida como Terra ou Mãe terra (o substantivo comum grego para
"terra" é ge ou ga). Ela é a antiga deusa da terra e é escrito que
Gaia nasceu de Caos, o grande nada dentro do universo, e com ela veio o Eros.
Ela deu à luz Pontus (o Mar) e Urano (o Céu). Isto foi alcançado sem
intervenção masculina. Outras versões dizem que Gaia teve como irmãos
Tartarus (a mais baixa parte da terra, isto é, debaixo de Hades) e Eros, e
sem um companheiro, deu à luz o Urano (Céu), Ourea (Montanhas) e Pontus
(Mar).
Gaia teve como marido, Urano, que tamb¿ ¦ém era o filho dela e a
descendência deles incluiu os Titãs, seis filhos e seis filhas. Ela deu
à luz a Cyclopes e três monstros que foram conhecidos como o
"Hecatonchires". Os espíritos de punição conhecidos como o Erinyes
também eram descendência de Gaia e Urano. Foram concebidos o Gigantes,
finalmente, depois que o Urano tinha sido castrado pelo filho Cronus, e o
sangue dele caiu para terra pela ferida aberta.
Para proteger as crianças de seu marido , (os Cyclopes e os Hecatoncheires,
como ele era medroso da grande força deles), Gaia os escondeu todos dentro
dela. Uma versão diz que o Urano ficou espantado à vista da
descendência dele então ele os escondeu em Tartarus que são os
intestinos da terra. A própria Gaia achou a descendência dela incômodo
e às vezes doloroso, quando o desconforto se tornou muito para agüentar
ela pediu para o filho seu filho mais jovem Cronus a ajudasse. Ela lhe pediu
que castrasse Urano, enquanto cortando a união assim entre a Terra e Céu,
e também prevenir descendência mais monstruosa. Para Ajudar Cronus a
alcançar sua meta ,Gaia produziu um foicinho de adamantine para servir como
arma. Cronus escondeu até que o Urano veio se deitar com Gaia e como Urano
aproximou, Cronus golpeou com o foicinho, cortando a genitalia do Urano. O
sangue caiu dos órgãos genitais cortados e entrou em contato c
om a terra e daquela união nasceu o Erinyes (Fúrias), os Gigantes e
Meliae.
Depois da separação da Terra do Céu, Gaia deu à luz outra
descendência, este ser gerado por Pontus. Os nomes deles eram o deus do mar
Nereus, Thaumas, Phorcys, Ceto e Eurybia. Em outras versões Gaia teve
descendência com o irmão Tartarus; eles eram Echidna e Typhon, sendo
depois um inimigo de Zeus. O Apolo matou Typhon quando ele levou controle do
oráculo a Delphi, que Gaia originalmente proveu, e então o "Sibyl"
cantou o oráculo no santuário de Gaia.
Foi Gaia que salvou Zeus de ser engolido por Cronus, depois que Zeus nasceu.
Gaia ajudou Rhea a embrulhar uma pedra fraldando roupas, este era pra enganar
Cronus que era Zeus, porque Cronus tinha sido informado que uma de suas
crianças o deporia, e assim esta criança foi livre de ser engolida por
ele, o truque de Gaia funcionou e Zeus foi levado então para Creta.
Gaia que é o elemento primordial do qual todos os deuses originaram era
adorada ao longo da Grécia, mas depois ela entrou em declínio e foi
suplantada por outros deuses. Na mitologia romana ela era conhecida como Tellus
ou Terra
Outros Nomes:
-Gaea
-Ge
Etimoligia
-Terra
Traduzido com auxílio de tradutor por Luar Sombrio.
POR Dead Night EM Segunda-feira, Março 22, 2004
Fala mala:.
Quinta-feira, Março 18, 2004
Então pessoas
Resolvi voltar a escrever e blablablbablalablalba....
Mas como o meu forte é imagem mesmo
vamos dar um pouco de risadas!!!!
POR Dead Night EM Quinta-feira, Março 18, 2004
Fala mala:.
Sábado, Janeiro 24, 2004
E renascendo das cinzas...
POR Dead Night EM Sábado, Janeiro 24, 2004
Fala mala:.
Olá Meus queridos
Espero que as férias tenham sido boas!!!!
Vamos começar com os posts....
POR Dead Night EM Sábado, Janeiro 24, 2004
Fala mala:.
Quarta-feira, Dezembro 17, 2003
Prece à Mãe Terra
Abençoado seja o Filho da Luz que conhece sua Mãe Terra,
Pois é ela a doadora da vida.
Saibas que a sua Mãe Terra está em ti e tu estás Nela.
Foi Ela quem te gerou e que te deu a vida,
E te deu este corpo que um dia tu lhe devolverás.
Saibas que o sangue que corre nas tuas veias
Nasceu do sangue da tua Mãe Terra.
O sangue Dela cai das nuvens, jorra do ventre Dela,
Borbulha nos riachos das montanhas,
Flui abundantemente nos rios das planícies.
Saibas que o ar que respiras nasce da respiração da tua Mãe Terra.
O alento Dela é o azul celeste das alturas do céu
E os sussurros das folhas da floresta.
Saibas que a dureza dos teus ossos foi criada dos ossos de tua Mãe Terra.
Saibas que a maciez da tua carne nasceu da carne de tua Mãe Terra.
A luz dos teus olhos, o alcance dos teus ouvidos,
Nasceram das cores e dos sons da tua Mãe Terra,
Que te rodeiam feito as ondas do mar cercando o peixinho,
Como o ar tremelicante sustenta o pássaro.
Em verdade te digo, tu és um com tua Mãe Terra,
Ela está em ti e tu estás Nela.
Dela tu nasceste, Nela tu vives e para Ela voltará novamente.
Segue portanto as suas leis,
Pois teu alento é o alento Dela,
Teu sangue o sangue Dela,
Teus ossos os ossos Dela,
Tua carne a carne Dela,
Teus olhos e teus ouvidos são Dela também.
Aquele que encontro a paz na sua Mãe Terra,
Não morrerá jamais.
Conhece esta paz na tua mente,
Deseja esta paz ao teu coração,
Realiza esta paz com o teu corpo.
Evangelho dos Essênios
POR Dead Night EM Quarta-feira, Dezembro 17, 2003
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Quinta-feira, Dezembro 11, 2003
INICIAR A TRANSFORMAÇÃO
Queres levantar as tuas forças?
Então, dá inicio,
o primeiro passo,
o primeiro pensamento.
Sustenta os pensamentos de
crença em ti e na solução dos
problemas,
de melhoria e vida,
e não deixa escapar o bom
início de mudança.
Toma, pois, a decisão.
Uma transformação,
mesmo pequena,
um pequeno bem,
agora,
é o pouco do muito que vem a
te favorecer adiante.
Dá o começo que as tuas forças,
que sentem um aviso e um estímulo,
unem-se para algo maior à frente.
Faze assim.
São os filetes de água que,
ao se juntarem,
formam os grandes rios.
(Ânimo, de Lourival Lopes)
POR Dead Night EM Quinta-feira, Dezembro 11, 2003
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Fada do Fogo
POR Dead Night EM Quinta-feira, Dezembro 11, 2003
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Quarta-feira, Dezembro 10, 2003
ORAÇÃO À RAINHA DAS FADAS
Ave, Rainha das Fadas! Tu que colocas mais frescor nas manhãs, sedução
nas tardes, mistérios nas noites e doçura nas madrugadas, derrama um
pouco de tudo isso sobre mim para que eu possa encantar, seduzir,
alegrar, apaixonar, ser e fazer feliz.
Ó, Fada Rainha! Ouve a prece minha.
Rainha da Alvorada, Musa dos Namorados, dos Poetas, dos Magos, dos
Cantores, dos Escritores, enche minha alma de sonhos, de música, de poesia
e cobre meu corpo de encantos, de carícias e de flores, porque assim
poderei dar todas as delícias e receber todos os amores!
Senhora de todas as Primaveras, das mais lindas quimeras, de todas as
Eras! Dá-me todos os alimentos e todos os encantamentos de Afrodite,
seus licores, seus perfumes, seus sabores, para que eu seja cada vez mais
suave, mais ardente, mágica, atraente... uma Lua Ensolarada, Enluarada,
uma Deusa Concreta, Completa! Para que eu seja uma... uma... uma
Perfeita Fada e ame sempre e sempre seja amada.
Ave! Ave! Ave Rainha das Flores, dos Amores, das Alvoradas... ave,
Rainha das Fadas! "Todos os sons, todas as luzes, todos os Dons para mim".
Obrigada. Ave, Rainha das Fadas!
POR Dead Night EM Quarta-feira, Dezembro 10, 2003
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Sexta-feira, Dezembro 05, 2003
Pegasus
POR Dead Night EM Sexta-feira, Dezembro 05, 2003
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Quinta-feira, Dezembro 04, 2003
LA LEYENDA DE KARÃU
Jorge Montesino
La tarde iba preparándose para el sueño, dejaba tras de sí los multicolores vestidos de fiesta que había llevado durante el día. Como siempre, rumores de aves en retirada completaban la cercanía de la noche. La gran dama de negro preparaba las lentejuelas del universo para pasearse a sus anchas. La luna era en ese momento apenas un hilo de plata, una pulsera finísima tejida con la luz del sol, elevándose desde la otra orilla del río.
Frío.
Agosto reina.
Hoy las rosadas mieses florales de los tajy han estallado, pero bajo el hermoso manto de flores aletean las oscuras sombras del más allá.
Aletean en torno del joven indio que se prepara para la gran ceremonia.
Aletean en torno de la anciana que se prepara para la otra vida.
Aletean en torno de la choza y de los árboles y de las flores y de las estrellas, que rodean la fuerza del joven y la agonía de la anciana.
La anciana clama por el hijo que en ese momento no tiene oídos para su madre.
El joven guerrero escucha ahora tan sólo los latidos de su deseo. Presiente el encuentro amoroso. Lo avizora en los tambores que resuenan en la noche recién nacida, en los ruidos de los animales que se deslizan en busca de sus presas, en el zumbido apenas audible de las flores que se fecundan unas a otras. El joven guerrero no tiene oídos para el clamor de su madre. Y su madre está muriendo.
El médico de la aldea sujeta las manos de la anciana entre las suyas y cierra los ojos para no ver a los enviados del más allá que vienen a llevársela.
El joven guerrero se aferra a su bastón emplumado y parte, dejando atrás la choza donde vive. Aún existe un instante en el que duda y se detiene.. Las estrellas lo miran esperanzadas, las flores de los lapachos gritan: ¡vuelve junto a tu madre! El joven guerrero gira su altiva cabeza y mira en dirección de la choza que acaba de abandonar. Su madre clama: vuelve, hijo mío, sólo quiero despedirme. Pero el joven no la ha escuchado. Cegado por la pasión de su juventud, retoma el camino y las estrellas dejan caer lágrimas celestiales.
Ahora los pasos del joven son firmes.
A medida que avanza, la noche se cierra sobre él y los tambores acercan sonidos cada vez más potentes. En la planta de sus pies descalzos, Karãu, el joven guerrero, siente el pulso de la tierra latir al unísono con su pecho. Los perfumes del fuego comienzan a llegar hasta su piel e inician el proceso de enardecer a cada uno de sus músculos. Su mirada se enciende cuando llega al círculo en el que la tribu danza sus sueños.
Orgulloso de sus prendas, orgulloso de su cuerpo, Karãu se hace un lugar en el círculo de fuego, se apoya en su bastón emplumado y con su mirada lanza-relámpagos comienza a buscar entre las jóvenes más bellas a aquella que lo ha estado llamando sin saberlo.
¡Ahí está!
La mirada de aquella mujer ha cruzado, por un instante brevísimo, sus brillos de río con la mirada del vanidoso guerrero. Lo ha enceguecido, lo impulsa a la conquista. Esquiva, la joven desaparece de inmediato en el racimo de hembras teñidas de fuego.
Karãu duda. Ha sido como una aparición que ahora vuelve para hacerse ver tan sólo por un momento. El guerrero sale del círculo y camina con firmeza por el exterior de ese pequeño sol tribal que forman los indios en su fiesta de la Luna Nueva. Camina sigiloso como el jaguarete sobre las ramas de los árboles. Se diría que sus ojos, su piel, sus pasos, todo él ruge cada vez que la aparición juega a incitarlo.
De pronto, lo que parecía una aparición está ante la vista de todos.
¿Ha dado un salto, o simplemente la magia de su belleza extrema la ha puesto allí, junto al fuego? Karãu se detiene y entra en el círculo. Sólo el fuego los separa. Sólo el fuego los une. Cualquier otro se quemaría. Ellos, en cambio, están allí como si estuvieran en su ámbito más natural.
Sus cuerpos hacen el fuego.
¿Quién cazará a quién?
Es la mujer vestida de llamas la que inicia el movimiento, y los tambores, que se habían callado para escuchar el crepitar de esas llamas, inician un tam-tam cada vez más intenso. Karãu se mueve en sentido contrario, no dejará que los papeles se inviertan. Él quiere ser el cazador y va al encuentro de la joven por el lado opuesto. Le da alcance y rodea la pequeña cintura de la joven con su brazo derecho. Ella echa sus brazos al cuello del joven y él la desprende del piso como arrancando una planta exótica de la orilla del río.
Ahora danzan.
Todas las cosas giran a alta velocidad.
Las manos en los tambores. Los pies de Karãu y la joven. Sus cuerpos. El fuego. Las estrellas. La finísima curva de la luna. El círculo de la tribu.
Todas las cosas giran a alta velocidad.
Se desenfrenan.
El alma. Los corazones. La carne. Los pensamientos. La pasión.
Una sombra sola está quieta en medio de la alocada carrera.
Una sombra a espaldas de Karãu.
Tu madre ha muerto dice la sombra, y los tambores callan. Enmudece el aire de la noche y todo lo que giraba abandona su impulso y se deja ir en un último movimiento que ya no atiende al movimiento...
Tu madre ha muerto, repite ahora en medio del silencio la sombra quieta.
No molestes, viejo. Ahora no es momento. Ahora no es tiempo de llorar.
Karãu, teñidas sus palabras por el fragor sensual del momento, no comprende que su madre ha muerto. La tribu en pleno no comprende el desamor de Karãu y, sintiéndose culpables, cada uno de los presentes, esconde su mirada en el piso de tierra. Las llamas retroceden, ceden en la hoguera dejando paso al reinado de las cenizas. La joven, objeto del deseo desenfrenado de Karãu, escapa hacia el bosque. Karãu olvida la fiesta, a su madre muerta, al viejo médico que le ha dado aviso, y corre tras ella.
La persecución ya no es simbólica sino real: el jaguarete persigue a la hermosa gacela.
Karãu huele en el aire el perfume de la joven y entra en el bosque.
Como si fuera una premonición, la estela de flores de tajy que va dejando tras sus largas zancadas, se deshace y las flores, antes perfumadas, caen marchitas y con un hedor de muerto. Karãu se interna en el monte que cada vez se hace más y más espeso. Cae repetidas veces enredado entre las lianas que ahora proliferan por doquier. Ya no hay flores ni suaves fragancias, todo es oscuridad impenetrable. El suelo que pisa es un barro pegajoso.
Un crujido, el canto de un ave, un movimiento de hojas y Karãu cambia de rumbo.
Ya no sabrá regresar.
El cielo, ahora ausente, lo sabe, pero Karãu ya no puede ver el cielo, sólo un cerrado techo de hojas que le impiden la orientación. Como si fuera un canto de sirenas, cualquier ruido lo atrae. Karãu piensa solamente en la bella joven que ha escapado de sus brazos.
Karãu es ahora otro hombre. El deseo se ha transformado en obsesión primero y en desesperación después. Ha perdido su preciado bastón emplumado. Su cuerpo arañado por la vegetación presenta rastros de sangre. Su rostro se ha hinchado producto de las picaduras de los insectos. Su temple es ahora obstinación.
Toda la noche tras un imposible.
Karãu sale ahora a un claro, ve un cielo bajo y cerrado por nubes oscuras..
Nuevas esperanzas le trae el pantano neblinoso que tiene frente a sí.
Avanza.
Las pestilentes aguas hasta la cintura.
Apariciones entre la niebla.
Ve a la joven que se aleja caminando suavemente sobre el inmundo lodazal.
Ve a la madre muerta que asoma entre las aguas y se hunde nuevamente. Escucha sus gritos: ¡Sálvame, hijo! ¡Sálvame, por favor!
Una y otra vez la bella joven y la madre muerta aparecen y desaparecen ante los azorados ojos de Karãu. Una y otra vez Karãu intenta alcanzar a las mujeres con su voz, pero de su garganta no sale un solo sonido.
El agua ahora le llega al cuello y sin embargo Karãu sigue avanzando.
Ya no hace pie.
Karãu se hunde y vuelve a salir a flote en el pantano.
Ya no es un hombre.
Apenas una masa informe entre el barro.
De pronto un grito lastimero alza su cuerpo flaco y de entre los pajonales un ave negra extiende sus alas y se pierde entre la niebla. Un ave condenada a vagar en los pantanos. El cuerpo del color del barro. El grito del color del arrepentimiento tardío. Un ave triste: el karãu.
POR Dead Night EM Quinta-feira, Dezembro 04, 2003
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Sexta-feira, Novembro 21, 2003
Unicórnios
POR Dead Night EM Sexta-feira, Novembro 21, 2003
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Sábado, Novembro 01, 2003
Sementes
Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica.
Todos os dias ele viajava cinqüenta minutos, de ônibus, para ir ao trabalho.
No ponto seguinte ao dele entrava uma senhora, que procurava sempre sentar na janela.
Ela abria a bolsa, tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.
A cena sempre se repetia e um dia, curioso, o homem lhe perguntou o que jogava pela janela.
- Jogo sementes - respondeu ela.
- Sementes? Sementes de que?- De flor.
É que eu olho para fora e a estrada é tão vazia...
Gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho.
Imagine como seria bom!
- Mas as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos...
A senhora acha mesmo que estas flores vão nascer aí, na beira da estrada?
- Acho, meu filho. Mesmo que muitas se percam, algumas acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
- Mesmo assim... demoram para crescer, precisam de água...
- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. E se eu não jogar as sementes, aí mesmo é que as flores nunca vão nascer.
Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu "trabalho".
O homem desceu logo adiante, achando que a senhora já estava meio "caduca".
O tempo passou.
Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto ao olhar para fora e ver flores na beira da estrada... muitas flores... A paisagem estava colorida, perfumada, linda.
O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo.
- A velhinha das sementes? Pois é... Morreu de pneumonia no mês passado.
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela.
"Quem diria, as flores brotaram mesmo", pensou.
"Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda".
Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança.
No banco da frente, uma garotinha apontava pela janela, entusiasmada:
- Olha, que lindo! Quanta flor pela estrada... Como se chamam aquelas flores?
Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito.
Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz.
Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas.
No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso...
POR Dead Night EM Sábado, Novembro 01, 2003
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Segunda-feira, Outubro 27, 2003
"Você e eu somos o que fazemos repetidamente"
Aristóteles ( 384-322 AC)
Você não precisa fazer algo espetacular hoje, mas repetir algumas pequenas coisas certas, todos os dias. Homens e mulheres que acreditam na ¿solução instantânea¿ para os problemas, se iludem e criam desapontamentos para suas vidas, famílias e empresas. Não existe magia rápida, por mais que comerciais de TV tentem nos convencer do contrário. A boa notícia é de que existe uma ¿magia vagarosa¿.
A magia vagarosa surge quando você descobre que, repetindo uma certa ação, mesmo que simples, todos os dias e a cada dia, haverá um resultado impossível de ser bloqueado, em algum momento no futuro. Note a parte da frase que diz ¿impossível de ser bloqueado¿.
É algo similar ao que ocorre com o bambu chinês que, ao ser plantado, fica aproximadamente 5 anos sob a terra. Durante cinco longos anos ele vai desabrochando lentamente de um diminuto broto a partir do bulbo, com todo o crescimento escondido sob a terra, invisível aos observadores. Entretanto, sua maciça e fibrosa estrutura de raiz está sendo construída. No final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros de uma só vez. Parece um evento único, mas é o resultado inexorável de centenas de pequenos eventos que incluíram plantar, regar e cuidar. Todos os dias.
Fazer algo, uma só vez, raramente mudará sua vida. Pular uma refeição hoje, e comer dobrado amanhã, não normalizará seu peso. Você pode até enganar as pessoas, mas não engana as leis da biologia, física e química. Tais leis naturais não se dobram a eventos únicos, somente a eventos repetidos. Este princípio é tão importante para sua carreira, seu romance, a criação de seus filhos ou o desenvolvimento de um produto, que faço questão de repetir, para que isso fique gravado em sua mente: as leis naturais não se dobram a eventos únicos, somente a eventos repetidos.
Levar flores para sua amada hoje, e deixar o romance de lado depois, não ajudará nada, porque romance é um bambu chinês. Tratar bem seu cliente hoje, mas considera-lo um estorvo amanhã, fará com que você tenha sempre que procurar novos clientes. Clientes são um bambu chinês. Marcar presença na faculdade hoje, mas ficar no barzinho da esquina durante o resto da semana, não ajudará na hora de conseguir um lugar no competitivo mercado de trabalho. Competência é um bambu chinês. Você não é o que faz vez ou outra, mas o que faz repetidamente, como afirmou Aristóteles trezentos anos antes de Cristo.
Eventos únicos não provocam mudanças consistentes em empresas, famílias, carreiras, vida pessoal e, raramente, alteram o futuro. Somente eventos repetidos centenas de vezes podem garantir a alteração de seu destino, mesmo que sejam eventos muito, muito pequenos.
Quais o eventos pequenos que você fará hoje, para mudar seu romance, carreira, família e destino?
Aldo Novak
POR Dead Night EM Segunda-feira, Outubro 27, 2003
Fala mala:.
Quarta-feira, Outubro 15, 2003
INSTRUÇÕES PARA TODA A VIDA
Leve em consideração que grandes amores e conquistas envolvem grande risco.
Quando você perde, não perca a lição.
Siga os três R's: Respeito a si mesmo, Respeito aos outros, Responsabilidade por todas suas ações
Lembre-se que não conseguir o que você quer é algumas vezes um grande lance de sorte.
Aprenda as regras de maneira a saber quebrá-las da maneira mais apropriada.
Não deixe uma disputa por questões menores ferir um grande amigo.
Quando você perceber que cometeu um erro, tome providências imediatas para corrigi-lo.
Passe algum tempo sozinho todos os dias.
Abra seus braços para mudanças, sem abrir mão de seus valores.
Lembre-se que o silêncio é algumas vezes a melhor resposta.
Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e pensar no passado, poderá
obter prazer uma segunda vez.
Uma atmosfera de amor em sua casa é o fundamento para sua vida.
Em discordâncias com entes queridos, trate apenas da situação corrente. Não levante questões passadas.
Seja gentil com a Terra.
Uma vez por ano, vá a algum lugar que você nunca esteve antes.
Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor mútuo excede o amor que cada um precisa do outro.
Julgue o seu sucesso por aquilo que você teve que abrir mão para consegui-lo.
(Dalai Lama)
POR Dead Night EM Quarta-feira, Outubro 15, 2003
Fala mala:.
Sexta-feira, Setembro 26, 2003
Energização
Vem espírito do bem, me envolve,
lança seus raios bondade em minha direção,
Cubra-me com tua proteção.
Reabastece minhas energias,
Fazendo-me compreensão,
Elevando sempre meu coração
ao ápice da bondade,
Que eu sempre saiba perdoar,
Esquecendo mágoas,
Lavando a alma,
Sendo somente o amor que se dá.
Vem espírito superior,
Carrega-me em teus braços,
Dai-me a força que preciso,
Para continuar o que aqui vim fazer,
E nunca me esquecer
dos teus ensinamentos,
Perdida no mar da minha infantilidade
como humana,
Aprendiz de um tempo.
Oh... espírito benfazejo,
Sopra em minha direção,
Que minha criança interior,
Nunca se acovarde,
Nem adormeça em meu coração,
Pois dela preciso
para espalhar a alegria,
o otimismo de uma encarnação.
Apaga de minha mente as decepções
de coisas que não conhecia,
O mal que não sabia que tão forte existia,
O ódio ,
A vingança,
Pois sempre sentia o amor,
Não acreditando no êxito da ruindade,
Pois todos ao serem filho de um Deus
levam o amor no coração,
E não deveriam se perder na escuridão.
Que eu posso direcionar teu amor
para esses corações
em forma de elos preciosos me dado por ti.
Vem espírito da brandura,
Me circula,me faz cura,
Lava meu interior,
E que nele nasça a flor
da tua humildade,
Para que eu posso espalhar
a suavidade,
o conforto de uma palavra amiga,
a honestidade de um existir,
até quando eu deva partir,
Para me embaralhar de volta
nos teus cabelos,
Sendo uma partícula de tua elevação.
Que se faça a cura,
energizando meu ser.
(Helena)
POR Dead Night EM Sexta-feira, Setembro 26, 2003
Fala mala:.
POR Dead Night EM Sexta-feira, Setembro 26, 2003
Fala mala:.
Merlin
POR Dead Night EM Sexta-feira, Setembro 26, 2003
Fala mala:.
Terça-feira, Setembro 16, 2003
Olá pessoas esta é uma visão wiccana de almas gemeas, mais alem veremos outras versões
Almas Afins e Almas Gêmeas
Marcos Kolker
Na Cabala Almas Afins seriam pessoas com quem podemos nos relacionar, até mesmo nos apaixonar ou amar, que entram em nossas vidas no sentido de nos ajudar a crescer trazendo um aprendizado, mas não obrigatótriamente precisam ser espelhos.
É que quando a Cabala fala sobre Alma Gêmea, ela mostra um processo muito intenso de conexão interior, que seria a iluminação do vazio e do escuro que existe no interior de cada um, e uma profunda integração com os quatro elementos. E por isso depois de uma longa
jornada de aprendizados e purificações é que temos o merecimento de sermos presenteados com a nossa Alma Gêmea que é a coroação disto tudo.
É infinitamente um processo mais forte do que alguém com quem temos um relacionamento apenas. É uma questão de idependência interna completa. E definitivamente não é um tipo de relacionamento para tapar buracos de carências afetivas ou questões existênciais.
Davi simboliza a esfera de Malkut, e a tradução de Betshevah seria As SETE CASAS , sete moradas, ou seja a integração de Malkut com as
outras seis esferas Cabalísticas até Cheset. Esse é o retorno ascendente do caminho da Árvore da Vida. E é a MULHER, o princípio feminino, que nos leva as alturas.
A palavra homem em Heraico é YCH e mulher ICHÁ o que as diferencia é um Yod no homem e um He na Mulher que forma a palavra YA que é D-us, que simboliza o matrimônio sagrado , que é presente em várias religiões e culturas diversas, como o Grande Casamento na Wichtcraft [o encontro do D-us e da D-usa].
A Cabala mostra que a cada coisa foi colacada o seu oposto. Para tudo há uma polaridade que se completa. Os Cabalistas dizem que a Paz está nas alturas, não é desse mundo, assim como no mesmo lugar da Paz está a desolação. Lembrando que o lado esquerdo da Árvore é [ Binah [Saturno] - Gevurah [Marte] - Hod [Mercúrio]] contração, o lado oposto expansão [Chockmah [Urano] - Chesed [Júpiter] - Netchzah [Vênus]] e o Pilar do meio o equilíbrio.
O que tiramos disto tudo é a linguagem do equilíbrio , ou seja cada coisa é imcompleta, o próprio Judaísmo também, por isso que o
Cabalista no processo de ascensão na Árvore da Vida se abre sem preconceitos ou dogmas para o que há de melhor e essencial nas outras
visões , sem perder a sua identidade.
Existe um ditado Judaico que quando um homem e uma mulher se juntam as pilastras do Templo vibram. É como se passassem dentro da Árvore no interior tubo cósmico da energia Divina onde há explosão da centelha.
E também há um outro ditado: É mais fácil para D-us abrir o Mar Vermelho do que unir em harmonia um homem e uma mulher.
O encontro da Alma Gêmea é para muito poucos, pois é o resultado de um imenso processo espiritual de reparação, qual nos tornamos mais doces e nos preocupamos muito mais com a nossa própria reparação interior do que em buscar defeitos nos outros.
O caminho da forma física é de Malkut para Netchzah. O nosso corpo será conforme a nossa evolução espiritual, a consciência vai
aumentando e o corpo vai se modificando. Uma forma de trabalhar Netchzah que é a esferas dos relacionamentos e das amizades é através
da dança da música e da cor. A rosa é um símbolo dessa esfera. E o Amor passa por Netchzah, e o magnetismo pessoal aumenta com a
meditação dessa esfera.
Isso tudo faz parte de um processo evolutivo espiritual, qual por analogia na Magia temos o Rito do Grande Casamento, que é o mais alto
grau iniciático a se alcançar. Que definitivamente não são todos os Sacerdotes que chegam a tal grau.
A mitologia Indiana reflete essa questão na Astrologia através da cabeça e da cauda do Dragão.
Entre os Gregos no livro O Banquete esse tema é novamente abordado, com uma outra roupagem.
Freud dizia que não existem Almas Gêmeas e sim as diferenças, porque o termo Gêmeas parecem iguais mas na realidade são opostos que se encaixam como um lego.
As pessoas em sua grande maioria tendem a minimizar o conceito de Almas Gêmeas para a sua vida pessoal, mas na realidade Almas Gêmeas estão em uma esfera de entendimento e recebimento muito maior que o plano físico / emocional.
POR Dead Night EM Terça-feira, Setembro 16, 2003
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Quinta-feira, Setembro 11, 2003
POR Dead Night EM Quinta-feira, Setembro 11, 2003
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Em homenagem a minha amiga Pandora !!!!!!!!!!!!!
Pandora, o mito
Celina Beatriz Villanova (Pandora do Vale)
Possuidoras de defeitos e virtudes, as divindades primordiais tinham no Olimpo o remanso. Procriavam em deuses e deusas gerados de suas próprias paixões; paixões que dariam forma à personalidade de cada um, transformados em mitos e colocados, assim, acima do bem e do mal. Eram deuses, enfim.
Por serem concebidos sob os auspícios dos espasmos de Gaya, os imortais desfrutavam de privilégios. Donos de matéria sutil, metamorfoseavam-se e se multiplicavam. No Olimpo não havia a idéia de perfeição - conforme a concebemos a partir do cristianismo, pois segundo o pensamento clássico, no Universo, tudo, absolutamente tudo, está em processo de evolução, portanto, da ameba aos deuses todos evoluem todo o tempo - Assim, Hera andava infeliz. Seus filhos gerados com Zeus, do qual era irmã, eram criaturas grotescas, eventualmente deformadas, a exemplo dos cíclopes, tríclopes e depois os titãs. E o deus do Olimpo, compadecido pela dor de sua mulher, mandou que exterminassem os titânicos, e uma batalha entre eles e os olímpicos foi instaurada.
Prometheus, filho de Iápeto, um titã, permanecera neutro e vira sua raça ser dizimada pelos olímpicos. Era, entretanto, admirado por Zeus, que gostava de seus dons premonitórios; fora recebido entre os imortais, participando dos banquetes e assembléias das divindades. Enviado à Terra a fim de criar um ser diferente dos animais, decidira vingar-se de Zeus, que destruíra sua raça. Apanhou do chão o barro e plasmou criaturas à imagem de deuses e soprou-lhes as narinas com a essência de que seriam feitos: a fidelidade dos cavalos, a força do touro, a esperteza da raposa, a avidez do lobo. Minerva dera néctar às novas criaturas e elas ganharam espírito divino. Ah, os orgulhosos homens de Prometheus eram belos como deuses, entretanto, a condição de humanos, reles mortais, faria com que pagassem pelo status adquirido, transformados assim no alvo da ira dos deuses!
Então houve um banquete. Prometheus, encarregado da partilha do boi, o fizera de modo a humilhar os imortais, oferecendo a eles as entranhas. Encolerizado, Zeus esconde daquelas criaturas o privilégio da luz e do movimento: o fogo, último privilégio para que se constituísse e se consumasse a civilização. E não havia movimento na Terra, não havia luz entre as criaturas de Promethes. Andavam à esmo... errando, até que, indignado e movido por um gesto de profundo inconformismo, apanha uma varinha seca a fim de acendê-la nas brasas do carro solar de Apolo, levando luz à suas criaturas ! Roubara o fogo dos céus.
Ah, os belos e orgulhos homens de Prometheus dançavam em torno do fogo e conheciam o movimento, a luz , a cor... Mas o céus tremiam. Como tivera, Prometheus, a coragem de colocar seus homens e os deuses no mesmo plano de existência? Tal soberba lhe reservaria a ira de Zeus, o deus dos deuses.
Convocando o Olimpo, decide dar aos tolos homens um castigo. Que Prometheus fosse acorrentado a um rochedo por trinta séculos, à disposição dos abutres que deveriam mordiscar-lhe quase todo o fígado ao longo do dia. Durante a noite o órgão se recomporia para ser novamente semidevorado quando o dia amanhecesse. Estava lançado o suplício de Prometheus...
Mas era pouco ainda... A tentativa de comparar grosseiras criaturas feitas do barro com os deuses era um evento tal que merecia do Olimpo requinte de maldade e vingança maior. Assim, com a ajuda dos olímpicos e ninfas, Zeus manda criar um ser oposto aos homens: uma mulher, única naquele universo masculino. Deveria ser belíssima, e dela se encarregariam primeiramente Minerva e Vulcano. Dotada de beleza inigualável, sagacidade, graça, audácia, força, persuasão, habilidade manual e sensualidade delicada, receberia de Mercúrio gotas de sedutora dissimulação. Deveria seduzir todos os homens e tirar-lhes o rumo!
Chamaram-na Pandora, "aquela que possui todos os dons". Zeus então entregou-lhe uma caixa fechada e mandou que descesse à Terra para punir a raça humana criada por Prometheus. Tamanha delicadeza, beleza e inteligência sutil encheriam o coração de Epimeteus, irmão dileto de Prometheus, de profundo amor. Embora advertido seriamente pelo irmão supliciado no sentido de não aceitar qualquer presente que viesse do Olimpo em nome de Zeus, Epimeteus pede a Pandora que lhe dê como prova de amor sincero a caixa que trouxera... E na noite de núpcias do casal, ele mesmo, desafiando os deuses, a abre.
E da Caixa de Pandora escaparam a dor, a inveja, a morte, a hipocrisia, a peste, a desunião, o desamor, a guerra, o ódio, a loucura... Epimeteu, entretanto, tentara reparar o erro fechando a Caixa, mas não conseguiria... Pandora, percebendo a intenção dos deuses e tudo o que se espalhara sobre os homens, tomou a caixa de volta e conseguiu fechá-la... Entretanto, era tarde demais, os males haviam sido despejados sobre a raça de Prometheus. Havia lágrimas nos desavisados olhos de Pandora, a primeira mulher, ingenuamente, usada como ferramenta para a vingança Olímpica. No fundo de sua Caixa havia sobrado, a despeito dos males, um único elemento: a Esperança ...
Celina Beatriz Villanova (Pandora do Vale) é professora de história social da arte, literatura, culturas e mitologias comparadas e desenvolve trabalhos de cunho didático e literário.
e-mail: pandora@iaho.org
http://www.iaho.org/
POR Dead Night EM Quinta-feira, Setembro 11, 2003
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Quinta-feira, Setembro 04, 2003
Para quem gosta de fadas
POR Dead Night EM Quinta-feira, Setembro 04, 2003
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Terça-feira, Agosto 26, 2003
Como prometido la vai !!!!!
De: Antonio Duncan
Horóscopo das flores
Você já deve ter ouvido falar no continente perdido de
Atlântida, extinto há 11 mil anos.
Segundo as lendas, esse reino perfeito era habitado
por seres de beleza e sabedoria inigualáveis, que
viviam em harmonia com a natureza e com diversas
criaturas mágicas, como os gnomos. No entanto, a
Atlântida sofreu uma implosão e submergiu para sempre.
Para o filósofo grego Platão, essa destruição ocorreu
porque os atlantes estavam se tornando materialistas e
cada vez mais distantes da pureza espiritual.Segundo
diversas correntes esotéricas, porém, os sábios e
sacerdotes atlantes já estavam avisados sobre a
tragédia que se aproximava e trataram de resguardar
alguns "tesouros de conhecimento", que posteriormente
foram repassados aos sábios egípcios.
Exemplos desses conhecimentos resgatados são o Tarô e
uma técnica de astrologia, complexa e diferenciada,
denominada "Horóscopo Atlante" ou "Horóscopo das
Flores", que apresentamos a seguir.
Qual é o signo Atlante que corresponde a sua data de
nascimento?
CAMPAINHA-IMPERIAL (de 6/1 a 2/2 )
Com delicadas flores em forma de taça, essa planta se
desenvolve muito bem em temperaturas amenas e em
lugares ensolarados, além de se adaptar a qualquer
tipo de solo. As pessoas nascidas sob o signo de
Campainha-Imperial são, a exemplo da flor que as
simboliza, extremamente adaptáveis e amantes da luz e
do calor. Buscam relacionamentos intensos e têm o dom
de transformar os obstáculos em valiosas oportunidades
de comprovar o próprio valor e alcançar a vitória. Às
vezes, mostram-se distraídas e até meio relapsas, mas
esse alheamento nada mais é do que a expressão de
uma mente criativa e incansável, eternamente
empenhada na busca de novos horizontes. Para
transformarem seus sonhos em realidade, precisam
aprender a ter mais persistência e a agir de forma
mais objetiva.
FLOR-DE-LÓTUS (de 3/2 a 1/3 )
Essa flor, que brota na lama e se eleva para o céu por
meio de um caule compridíssimo, é o símbolo da pureza
no Oriente. Na Atlântida, representava a essência pura
que existe no íntimo de cada ser. As pessoas nascidas
sob o signo de Flor-de-Lótus são sensíveis e
intuitivas, embora tendam a adotar um comportamento
rígido e objetivo no dia-a-dia. São emocionalmente
vulneráveis e magoam-se com facilidade, mas sabem
esconder muito bem esses sentimentos. Gostam de
ajudar os outros e podem se sacrificar pelo bem- estar
dos entes queridos. Para serem felizes, querem estar
em paz e em harmonia com todos que fazem parte de suas
vidas.
NARCISO (de 2/3 a 21/3 )
Conta-se que essa flor, tão rara nos dias de hoje,
espalhava-se por todos os jardins atlantes. As pesqoas
que nascem sob o signo de Narciso destacam-se por sua
habilidade em se comunicar, pela simpatia e pelo
jogo de cintura que lhes permite sair-se bem nas mais
diversas situações. São pacientes e, quando
necessário, agem com uma boa dose de ousadia, o que
lhes garante sucesso em vários empreendimentos.
VIOLETA (de 22/03 a 20/04 )
A delicadeza é a principal qualidade associada a essa
flor. Por isso, as pessoas que nascem sob o signo de
Violeta são discretas, adaptam-se a quaisquer
circunstâncias e gostam de ajudar os outros, sem
jamais esperar recompensas. Podem ter aparência
vulnerável, mas possuem força de vontade férrea e
grande firmeza de espírito. Não toleram mentiras,
traições, demonstrações de egoísmo ou ambição
excessiva.
HIBISCO (de 21/4 a 10/5 )
Semelhante a uma taça, a flor hibisco tem uma forma
original e harmoniosa. Pode ser branca, rosada,
amarela ou vermelha. As pessoas que nascem sob o signo
de Hibisco são originais, abertas a novas
experiências, organizadas e extremamente comprometidas
com o aprimoramento pessoal. Gostam de manter um
convívio social amplo, são vaidosas e se preocupam em
obter o reconhecimento dos outros.
ESPOREIRA (de 11/5 a 31/5 )
Azuis e pequeninas, as flores da esporeira se
assemelham a pequenos golfinhos, presos a caules
firmes e eretos. As pessoas que nascem sob este signo
são fortes, determinadas e dignas, fazem questão de
ter seu valor reconhecido e repudiam a falsidade e a
hipocrisia. Realistas, sabem agir com serenidade e bom
senso, mas nem por isso deixam de lado seus ideais e
seus sentimentos mais elevados. São obstinadas,
batalhadoras e dotadas de grande energia e força de
vontade.
FLOR-DE-MARACUJÁ (de 1/6 a 23/6 )
Para os atlantes, essa flor é o símbolo da dualidade
da natureza. As pessoas que nascem sob o signo de
Flor-de-Maracujá podem ser bastante duais. Às vezes,
aparentam uma determinada coisa, embora tenham uma
essência absolutamente oposta. São falantes e
decididas, mas às vezes se retraem e deixam de agir
porque receiam errar. Podem encontrar a felicidade
quando conseguem estabelecer um ponto de equilíbrio
entre as energias opostas que agem em sua
personalidade.
ORQUÍDEA(de 24/6 a 11/7 )
A orquídea é uma planta que depende das outras para
sobreviver, pois suas raízes não se prendem ao solo.
Mesmo assim, ela consegue manter sua independência e é
dotada de beleza exuberante. As pessoas que nascem
sob o signo de Orquídea lutam para ser livres e para
viverem com independência e autonomia. Mas, para
alcançarem seus objetivos, precisam perder o medo da
solidão e não devem se preocupar tanto com as opiniões
dos outros. Apreciam o luxo, o conforto e a harmonia.
Podem enriquecer com um golpe de sorte e tendem a ser
muito favorecidas pelo destino.
LÍRIO (de 12/7 a 5/8 )
As propriedades alucinógenas da flor do lírio fizeram
dessa planta um símbolo da magia para muitas
civilizações, inclusive a atlante. Além disso, essa
flor está associada à pureza e à dignidade. As pessoas
que nascem sob o signo de Lírio são dotadas de caráter
nobre. Comportam-se com retidão, firmeza e coerência.
Não gostam de julgar nem de serem julgadas, pois
acreditam que cada um tem o direito de errar e que não
cabe a ninguém avaliar o que é certo ou errado. São
práticas, objetivas e sensatas, mas também apresentam
um lado emotivo bastante forte.
PAPOULA (de 6/8 a 28/8 )
Essa flor de cores brilhantes é a fonte do extrato
usado para preparar o ópio. As pessoas nascidas sob o
signo de Papoula gostam de viver em ritmo de aventura.
São otimistas, alegres e fazem questão de disseminar
energia positiva e alto astral por onde quer que
passem. Estão sempre em busca de novidades e não se
lamentam quando algo dá errado, pois acreditam na
importância de aprender com as experiências. Buscam
avidamente os novos conhecimentos e colocam paixão em
tudo que fazem. Tendem a exercer verdadeiro fascínio
sobre o sexo oposto, mas podem se comportar de um
jeito bastante instável nos relacionamentos amorosos.
ROSA (de 29/8 a 23/9 )
Na Atlântida, a rosa era o símbolo da intensidade e do
prazer de viver. Assim, as pessoas que nascem sob o
signo de Rosa são ternas, afetuosas, verdadeiras e
intensas. Buscam a plenitude em tudo o que fazem e
jamais fogem dos desafios, pois sentem uma profunda
alegria em vencer os obstáculos. Sabem extrair o
melhor de cada experiência e jamais perdem tempo
lamentando ou reclamando de alguma coisa. Apreciam
elogios, mas não fazem nada para se sobressair.
Generosas, gostam de fazer os outros felizes e ficam
na expectativa de colher amor e gratidão.
CRISÂNTEMO (de 24/9 a 18/10 )
A justiça e a nobreza de caráter são os atributos
associados a essa flor, cuja origem se perde no tempo.
As pessoas nascidas sob o signo de Crisântemo são
justas e querem ver a harmonia e o equilíbrio
disseminados pelo mundo. Apreciam a beleza, a
organização, o equilíbrio estético e o requinte. São
extremamente elegantes e se comportam com discrição e
charme. Precisam apenas controlar a tendência de
querer mudar os outros, pois nem sempre aquilo que
consideram como sendo o melhor serve de exemplo para
os demais.
DEDALEIRA (de 19/10 a 7/11 )
Essa flor nasce em forma de cachos e é fonte de alguns
extratos medicinais. As pessoas nascidas sob o signo
de Dedaleira são enérgicas, cheias de vida e boa
vontade. Sonham vencer na vida e não se cansam de
lutar por seus objetivos, mas às vezes perdem
oportunidades valiosas simplesmente porque não aceitam
se curvar diante de regras impostas pelos superiores.
Agem de maneira sempre gentil, calorosa e correta. No
amor, tendem a revelar um certo romantismo, embora nem
sempre se mantenham fiéis a uma só pessoa.
IRIS (de 8/11 a 12/12 )
Na Atlântida, essa flor era o símbolo do trabalho e da
dedicação. As pessoas nascidas sob o signo de Íris
tendem a ser esforçadas e podem se sair muito bem em
cargos de liderança, pois sabem exercer o poder sem
resvalar para o autoritarismo. Dotadas de uma intuição
apurada e de uma inteligência aguda, são capazes de
captar as verdades que se ocultam muito além das
aparências. Persuasivas, quase sempre convencem os
outros a fazerem exatamente aquilo que elas querem.
Embora pareçam acessíveis e extrovertidas, sabem
guardar muito bem os próprios sentimentos e desejos.
Têm horror a conflitos e sempre optam pelo caminho do
entendimento e da conciliação.
MANDRÁGORA (de 13/12 a 5/1 )
Símbolo da magia, essa flor tem uma forma que lembra a
silhueta de um corpo humano. É fonte de uma substância
capaz de induzir a transes hipnóticos, ou estados
alterados de consciência, muito úteis à prática de
magia. As pessoas que nascem sob o signo de
Mandrágora são espiritualmente elevadas e estão sempre
em busca do sentido mais profundo da vida e da
existência. Não gostam da rotina, do senso comum, da
mediocridade. Têm uma natureza intensa e apaixonada,
ainda que aparentem uma certa frieza e façam questão
de impor algum distanciamento às pessoas em geral. É
preciso conhecê-las bem para saber lhes dar o devido
valor.
POR Dead Night EM Terça-feira, Agosto 26, 2003
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Segunda-feira, Agosto 25, 2003
A imagem mais perfeita que recebi hj!!!!!
POR Dead Night EM Segunda-feira, Agosto 25, 2003
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Sexta-feira, Agosto 22, 2003
VAMPIROS
Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas vampiros existem. Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping. Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema. Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este "mais" você vai acabar descobrindo o que é com o tempo.
Vampiros tratam você muito bem, têm muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida. Você fica certo que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente. Até que começam a sugar você. Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões. Vampiros deixam você murchinha, chupam até a última gota. Um belo dia você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne.
Esta é uma historinha de terror que se repete ano após ano, por séculos. Relações vampirescas: o morcegão surge com uma carinha de fome e cansaço, como se não tivesse dormido a noite toda, e você se oferece para uma conversa, um abraço, uma força. Aí ele se revitaliza e bate as asinhas. Acontece em São Paulo, Manaus, Recife, Florianópolis, em todo lugar, não só na Transilvânia. E ocorre também entre amigos, entre colegas de trabalho, entre familiares, não só nas relações de amor.
Doe sangue para hospitais. Dê seu sangue por um projeto de vida, por um sonho. Mas não doe para aqueles que sempre, sempre, sempre vão lhe pedir mais e lhe retribuir jamais.
Marta Medeiros...
POR Dead Night EM Sexta-feira, Agosto 22, 2003
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Quarta-feira, Agosto 20, 2003
Gente do céu,
Nem te conto agora to estudando os ciclos da vida, quanta coisa o Tico e o Teco tão quase fundindo !!!!
Mas se for pra ver bem, como são as coincidências essa semana recebi acho que uns três e-mails com horóscopos diferentes ...levando em conta que todo são ciclos...veja sou no horóscopo Atlante ( Floral) sou Violeta.:
VIOLETA (de 22/03 a 20/04 )
A delicadeza é a principal qualidade associada a essa
flor. Por isso, as pessoas que nascem sob o signo de
Violeta são discretas, adaptam-se a quaisquer
circunstâncias e gostam de ajudar os outros, sem
jamais esperar recompensas. Podem ter aparência
vulnerável, mas possuem força de vontade férrea e
grande firmeza de espírito. Não toleram mentiras,
traições, demonstrações de egoísmo ou ambição
excessiva.
Minha analise:
Vcs tem certeza que sou delicadinha??? Bem isso é alto analise mesmo...melhor não levar em consideração...mas a parte de intolerância a mentiras é mais do que real, egoísmo tb...mas me acho egoísta apesar de odiar isso em outras pessoas.
No horóscopo Xamanico sou Falcão Vermelho:
FALCÃO VERMELHO
De 21/03 a 20/04 - A Lua das Árvores em botão
O Falcão é um mensageiro dos insights. Adaptáveis e abertas, as pessoas Falcão gostam de liderar, e podem ser impulsivas de vez em quando. Querem estabelecer a individualidade ao mesmo tempo em que são aceitos pelo grupo. O Falcão é ativo, esforçado e impetuoso. Possui uma grande iniciativa, mas pode tomar decisões precipitadas, das quais logo se arrepende. Com muita vivacidade, o Falcão sabe ser extrovertido e audaz. Entusiasma-se com as novas experiências, mas tem dificuldade para perseverar nas tarefas. É pioneiro, aventureiro e afável. Sua missão na vida é guiar os outros. No amor, é rápido, fogoso, e muito apaixonado. Acende-se com facilidade e quer conseguir o que deseja a todo o custo.
Sem comentários ...eu, eu mesma, e eu!!!
E algo que na verdade não é bem um horóscopo, sim uma analise diferente:
AVELÃ, A EXTRAORDINARIEDADE
Encantador. Não é exigente, muito compreensivo, sabe como causar uma boa impressão, ativista para causas sociais. Popular, mau humorado e amante caprichoso, companheiro honesto e tolerante, necessita de juízo.
Adorei a parte que diz que preciso de juízo!!! A mais pura verdade!!!!
Beijos e Abraços
Obs.: Mais alem coloco todos os e-mails completinhos pra vcs!!!
POR Dead Night EM Quarta-feira, Agosto 20, 2003
Fala mala:.
Olá pessoas sejam bem vindos ao mais novo blog,
assuntos diversos...depende do que eu tiver na minha bela cabecinha!!!
Beijos
POR Dead Night EM Quarta-feira, Agosto 20, 2003